Os municípios de Tartarugalzinho, Ferreira Gomes, Pracuúba e Amapá estão se organizando para criar um consórcio e solucionar problemas de destinação de resíduos sólidos nas cidades. A previsão é que o aterro sanitário de Tartarugalzinho atenda as demandas das quatro regiões.

De acordo com a prefeitura, essa seria uma solução para o problema das cidades que têm lixões a céu aberto. A falta de recursos para construir um aterro sanitário dentro das normas ambientais e sanitárias é o principal obstáculo, informou o prefeito de Tartarugalzinho, Rildo Oliveira, que buscou auxílio financeiro na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amapá, para a construção do aterro controlado no município.

“Esta é uma maneira de facilitar a destinação correta dos resíduos sólidos, e unir forças com municípios próximos que não tem um aterro para destinar o lixo domiciliar, comercial e hospitalar. A previsão é que até o ano que vem isso seja concluído”, destacou o prefeito.

Neste processo de implantação do consórcio do aterro que irá atender as cidades, cada município vai separar o material sólido que vai parar na reciclagem. Só a parte orgânica vai para o aterro sanitário e passará por tratamento, enfatizou o prefeito.

Segundo a Funasa, o projeto deve ser baseado na Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem, a reutilização dos resíduos e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos.

Fonte: G1